As tartarugas e os seres humanos estão unidas desde os tempos em que as pessoas colonizaram as costas e exploraram os oceanos. As comunidades têm dependido das tartarugas e dos seus ovos há gerações sem conta e, em São Tomé e Príncipe e alguns outros países, continuam hoje. Contudo, o aumento da comercialização de produtos de tartaruga e as interacções com a pesca industrial, durante o século XX, dizimou muitas das populações. Hoje todas as espécies de tartarugas marinhas estão listadas no Livro Vermelho da UICN (União Internacional para a Conservação da Natureza), como em perigo ou criticamente em perigo de extinção, e têm-se tornado importantes para usos não-consumíveis como o turismo, educação e investigação científica.
Os estudos contemporâneos sobre tartarugas em São Tomé e Príncipe tiveram o seu início em 1994 através de uma monitorização suportada pela ECOFAC2. As ilhas de São Tomé e Príncipe representam a maior diversidade de tartarugas marinhas em toda a região, com 4 espécies que desovam regularmente (D. coriacea, C. Mydas, E. imbricata e L. olivacea) e uma espècie (C. caretta) observada mas não a desovar. Vários programas foram conduzidos no passado. Hoje a ONG MARAPA continua o trabalho de protecção, nomeamente patrulhamentos nocturnos e marcação, transplante dos ninhos e libertação dos filhotes, actividades que providenciam oportunidades de emprego e serviços de informação, bem como outros ganhos económicos.
A ONG MARAPA organiza
Visão nocturna das tartarugas marinha de setembro a Abril
Visão da desova, marcação e medição, com os guardas de praia
Participação na libertação dos filhotes
Patrulhamentos e passeio
Ajude-nos!
- Fazendo a sua doação livre ao programa de proteção das tartarugas marinhas em S. Tomé e Principe, através dos guardas de praia devidamente identificados, nos locais onde existem actividades ecoturisticas, e nas instalações da ONG MARAPA
- Compramdo materiais de sensibilização sobre protecção das tartarugas marinhas (T-shirts, postais, livros etc.)
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