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Porquê proteger Tartarugas Marinhas em STP?
A maioria das populações das Tartarugas Marinhas ao nível mundial e, particularmente em São Tomé e Príncipe, encontram-se em perigo de extinção devido o crescente interesse em seus produtos derivados (jóias, pentes, óculos, pulseiras, etc.) e consumo da sua carne e ovos.
Das setes espécies existentes no mundo cinco delas frequentam as nossas águas territoriais (Eretmochelys imbricata nome local “sada”, Dermochelys coriacea “ambulância”, Lepidochelys olivacea “tatô”, Chelonia mydas “mão branca”, Carretta carretta “cabeça grande)”. São Tomé e Príncipe aderiu à (CITES) Convenção Internacional das espécies em via de extinção, que interdita a comercialização e exportação de produtos de tartarugas marinhas.
Como é protegida as Tartarugas Marinhas em STP?
Conheça os trabalhos da ONG MARAPA e o engajamento das entidades estatais e comunitárias em matéria de protecção das Tartarugas Marinhas em STP. A organização Mar Ambiente e Pesca Artesanal, é a única actualmente, ao serviço da protecção e conservação das Tartarugas Marinhas.
Com o término do antigo projecto Tatô executado pelo ECOFAC, a MARAPA foi indicada para assumir a actividades do programa de protecção das tartarugas marinhas desde final do ano 2001 até a data presente.
No quadro deste compromisso são realizadas as seguintes actividades: reabilitação e construção de centros de incubação, selecção e formação de guardas de praia, patrulhamento nocturno nas praias de desova, sensibilização nas escolas comunitárias com |
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